Nyandra Fernandes
Nyandra Fernandes é artista da dança, licencianda em Dança pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e formada no Curso Técnico em Dança na Escola Angel Vianna (2014).
Atuou como intérprete-criadora da Cia Suave, com direção de Alice Ripoll, nos espetáculos SUAVE e CRIA, participando de diversas turnês nacionais e internacionais (2014 > 2022).
Em 2021 dirige e é corpo dançante em sua 1ª obra audiovisual, o média-metragem ELEGBARÁ, uma coprodução do Festival Panorama. Em 2022, a convite do Observatório de Favelas atuou como consultora artística das residências em Dança no programa LabDicró.
Nyandra Fernandes
Nyandra Fernandes é artista da dança, licencianda em Dança pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e formada no Curso Técnico em Dança na Escola Angel Vianna (2014).
Atuou como intérprete-criadora da Cia Suave, com direção de Alice Ripoll, nos espetáculos SUAVE e CRIA, participando de diversas turnês nacionais e internacionais (2014 > 2022).
Em 2021 dirige e é corpo dançante em sua 1ª obra audiovisual, o média-metragem ELEGBARÁ, uma coprodução do Festival Panorama. Em 2022, a convite do Observatório de Favelas atuou como consultora artística das residências em Dança no programa LabDicró.
Participou da edição comemorativa de 30 anos do Festival Panorama, realizada no Espaço Cultural Sérgio Porto (Dez/2022). No mesmo ano, foi contemplada pelo edital Funarj Dança, onde criou seu 1º espetáculo de dança ELEGBARÁ. Em agosto de 2023 estreou seu 2º espetáculo intitulado VIVEIRO.
Tem colaborado e atuado com diversos projetos e iniciativas. Foi intérprete-criadora do espetáculo infantil Prima Volta (2022). Atuou como performer na obra Batucada do diretor e coreógrafo Marcelo Evelin (2016), na videoinstalação Superaquecidas de Sofia Caesar (2021) e no espetáculo de dança Proibidão (2023) de Kinho JP.
Participou como artista convidada da residência Watch&Talk realizada pelo Festival La Bâtie em Genebra na Suíça [2023].
Em 2024 foi colaboradora artística e performer da obra “To Bloom ( ) Florecimiento” da artista chilena-mexicana-austríaca Amanda Pinã que estreou na Antuérpia / Bélgica.
Foi também coreógrafa do musical internacional Rio UpHill e diretora de movimento do espetáculo de dança VOGUE FUNK.
Em 2025 iniciará o processo de pesquisa do seu terceiro trabalho autoral IRÊ, seu 1º solo de dança.
[Elegbará] [Viveiro] [Elegbará + Viveiro] [Irê]
(2022)
Elegbará
ELEGBARÁ tem como principal estímulo o transe, um estado de intensa exaltação ou absorção, através do qual alguém sente que transcendeu a realidade sensível e está conectado com algo fora do nosso mundo.
Os intérpretes dançam e se comportam como crianças, fazem caretas e criam jogos, como se estivessem em fase de conhecimento sobre si e do movimento da vida.
Assim é Exu! O trânsito nas encruzilhadas e nos palcos. Ele estabelece o caos, o organiza e abre caminhos nas estradas para gente caminhar e dançar.
Duração: 50 min.
Classificação Indicativa: 14 anos
(2023)
Viveiro
VIVEIRO, lugar para se viver e reproduzir. O espetáculo trata-se de encontro de dois corpos distintos, mas possuidores de similaridades para além do físico, trata – se de uma mulher trans e um homem preto gay.
A pesquisa gira em torno desses corpos que se encontram na tentativa de refazer as relações que somos socialmente submetidas. Relações maternas, de irmandade conjugais ou de amizade, essas mesmas que são atravessadas por diversos conflitos, mas não nos distanciam do afeto.
Duração: 40 min.
Classificação Indicativa: 14 anos
Projeto de circulação das 2 primeira obras de Nyandra Fernandes: ELEGBARÁ (2022) e VIVIERO (2023), realizado através do edital GIROS da Lei Paulo Gustavo da SECEC / Governo do Rio.
TRAJETÓRIA:
– Teatro Angel Vianna | Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro – CCO (RJ): 1 apresentação de ELEGBARÁ + 1 apresentação de VIVEIRO;
– Teatro Raul Cortez (Duque de Caxias / RJ): 1 apresentação VIVEIRO;
– Teatro Cacilda Becker (RJ): 1 apresentação 1 apresentação de ELEGBARÁ + 1 apresentação de VIVEIRO;
– Gomeia Galpão Criativo (Duque de Caxias / RJ): 1 apresentação ELEGBARÁ.
*Estreia em 2025
IRÊ
IRÊ, sorte em Iorubá, é o primeiro solo da artista da dança Nyandra Fernandes, que, após atuar como intérprete em obras de outros criadores e dirigir dois espetáculos autorais – Elegbará (2022) e Viveiro (2023) – agora, na nova obra, se propõe a revisitar em cena gestos, danças, sabores e lugares que marcaram sua trajetória.
O processo da pesquisa artística da obra será durante o ano de 2025 através de recursos do edital de Residências Artísticas do Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro (Pró-Carioca – Programa de Fomento à Cultura Carioca / Lei Paulo Gustavo da SMC/Prefeitura do Rio).
*Estreia em 2025
IRÊ
IRÊ, sorte em Iorubá, é o primeiro solo da artista da dança Nyandra Fernandes, que, após atuar como intérprete em obras de outros criadores e dirigir dois espetáculos autorais – Elegbará (2022) e Viveiro (2023) – agora, na nova obra, se propõe a revisitar em cena gestos, danças, sabores e lugares que marcaram sua trajetória.
O processo da pesquisa artística da obra será durante o ano de 2025 através de recursos do edital de Residências Artísticas do Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro (Pró-Carioca – Programa de Fomento à Cultura Carioca / Lei Paulo Gustavo da SMC/Prefeitura do Rio).
