VN Rodrigues
Ator, coreógrafo e dançarino, ele se destaca em diversas áreas da arte. No cinema e na TV, participou da série “O Ritmo dos Sonhos (Passinho)” (2024), onde também atuou como coreógrafo, além do longa “Um Lobo entre Cisnes” (2024), “Malhação” (2018) e o curta “Escolhas” (2018).
No teatro, está atualmente no musical “RiouPhill” (2024) e participou de “The Birds” (2019-2020) na Grécia, “Favela 2, a gente não desiste” (2018) e “Cidade Invisível” (2017). Na dança, integrou a Cia SUAVE, atuando nos espetáculos “Suave” (2014), “Cria” (2017) e “Zona Franca” (2023), que foram amplamente apresentados no Brasil e na Europa.
É também diretor da cia de dança AfroBlack, espetáculo Quilombo (2022) e Quilombo nas Escolas (2024). Nas batalhas de dança, conquistou o título de campeão no Red Bull BC One (2024), na batalha do RIO PARADA FUNK (2023) e foi campeão no quadro “Busão do Faustão” (2022) e no “Caldeirão com Mion” (2022).
VN Rodrigues
Ator, coreógrafo e dançarino, ele se destaca em diversas áreas da arte. No cinema e na TV, participou da série “O Ritmo dos Sonhos (Passinho)” (2024), onde também atuou como coreógrafo, além do longa “Um Lobo entre Cisnes” (2024), “Malhação” (2018) e o curta “Escolhas” (2018).
No teatro, está atualmente no musical “RiouPhill” (2024) e participou de “The Birds” (2019-2020) na Grécia, “Favela 2, a gente não desiste” (2018) e “Cidade Invisível” (2017). Na dança, integrou a Cia SUAVE, atuando nos espetáculos “Suave” (2014), “Cria” (2017) e “Zona Franca” (2023), que foram amplamente apresentados no Brasil e na Europa.
É também diretor da cia de dança AfroBlack, espetáculo Quilombo (2022) e Quilombo nas Escolas (2024). Nas batalhas de dança, conquistou o título de campeão no Red Bull BC One (2024), na batalha do RIO PARADA FUNK (2023) e foi campeão no quadro “Busão do Faustão” (2022) e no “Caldeirão com Mion” (2022).
Cia Afro Black
A Cia AfroBlack foi idealizada pelo coreógrafo VN Rodrigues em 2017. A Cia surgiu a partir da necessidade de atender a demanda crescente de jovens dançarinos moradores da região da Penha, subúrbio do Rio de Janeiro, por espaços em que conseguissem desenvolver a sua arte. Seu objetivo é ativar a memória acionada através da dança, com uma pesquisa sobre gestos, gostos, sonoridades e principalmente vivências individuais e coletivas dos jovens negros e periféricos. A companhia realiza a fusão do funk, do passinho, da dança contemporânea e das danças afros, como o Afro House. As composições coreográficas têm como ponto de partida o cotidiano do jovem preto periférico e suas ancestralidades.
(2021/2022)
Quilombo
O espetáculo QUILOMBO mostra a resistência de cada jovem preto periférico através da arte. O quilombo não morreu, ele ainda existe e se localiza em cada favela do nosso país.
A performance aborda o quilombo do passado e o que não morreu, que está vivo no século 21. Ainda hoje as pessoas são discriminadas por morarem na favela, tendo pele clara ou escura. Ainda hoje, gente preta todo dia é massacrada só por ser preta.
Duração: 1h
Classificação Indicativa: 14 anos
QUILOMBO NAS ESCOLAS é uma ação que visa levar às escolas de educação básica uma versão do espetáculo QUILOMBO, produzido pela Cia AfroBlack.
Neste contexto, o projeto inclui não apenas as apresentações do espetáculo em escolas, mas também oficinas de dança dos estilos passinho e danças afro, proporcionando um espaço para o aprendizado, a expressão e fortalecimento da identidade cultural dos jovens participantes.
Duração: 40 min.
Classificação Indicativa: ER – Especial Recomendado para crianças e adolescentes
